quarta-feira, 4 de maio de 2011

Tchau, Real!

O confronto foi decidido na quarta-feira passada (27/04). Wembley já esperava o Barça!
E quem decidiu foi Messi e não o árbitro alemão Wolfgang Stark.

Que fique claro, eu não expulsaria Pepe no “lance da solada” em Daniel Alves.
Foi falta, passível de cartão, amarelo, e para completar, o brasileiro fez o famoso teatro, comum no futebol “tupiniquim”.
Mas o meia-atacante argentino é genial e decidiu o jogo. Falar o que?

Na partida de ontem (03/05) novos erros de arbitragem.
O juiz belga Frank de Bleeckere se diz “satisfeito” com sua performance. Eu, no lugar dele, não estaria.
Além do gol anulado, marcou uma falta inexistente, no primeiro tempo, em cima de Puyol, quando o Real Madrid teria uma chance clara para abrir o marcador.
Foi um dos erros. Acho normais as reclamações da “turma de Madrid”.

Mas o Barcelona é melhor. Eu sei, tu sabes e eles sabem.
Mourinho exagerou e tirou o fardo, para não admitir: o Barcelona é o melhor da Espanha e do Mundo (se não aparecer um Gabiru, versão 2011).

Duas situações merecem reflexões. Não só para “os merengues”, mas pra todos que gostam de futebol.
Não é melhor sair tocando a bola, com paciência, com rapidez, com inteligência, procurando o jogador livre, que está mais próximo, do que dar um chutão e rifar a bola?
Não está na hora dos árbitros reconhecerem que erram, e muito, e façam um apelo a FIFA e International Board: precisamos da AJUDA dos recursos eletrônicos?

É um delírio de quem gosta do futebol bem jogado e justo?

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