quinta-feira, 2 de junho de 2011

Pílulas do dia seguinte

O último mês foi bem chato e confuso. Pouco tempo foi dedicado ao “RESENHA”.

Apesar de tentar fazer o “dever de casa” e escrever um pouco sobre os principais torneios esportivos, muita coisa que deveria ser mencionada, se perdeu no tempo.
Uma pena. Queria colocar mais a “boca no trombone” do que fazer algumas das minhas funções na agência. De verdade.

                                Será que Nadal vence pela sexta vez em Paris?

Sobre Rolang Garros, não apostei muito em Tomas Belluci.
Em uma enquete no site da ESPN, coloquei que ele chegaria à terceira rodada, torcendo muito para que ele me surpreendesse e atingisse às oitavas de final.
Sabia que depois da terceira rodada, ele não avançaria, porque teria um confronto contra (o-melhor-tenista-da-atualidade) Novak Djokovic.
Belluci ficou na terceira rodada, perdendo para Richard Gasquet. Normal e nada surpreendente.

Acho que Belluci atingiu um ótimo nível técnico, mas ainda não está próximo de ultrapassar o que Gustavo Kuerten conquistou (3 Grand Slans e o topo do ranking), e o que representa para este país. Jjá fico feliz de saber que, vez ou outra, vou ver um brasileiro jogando de igual, contra os top 10.

O aberto da França não trouxe nenhuma novidade (estou abordando a chave masculina).
Os quatro melhores do Ranking estão nas semi-finais. O número 1, Rafael Nadal enfrenta o número 4, Andy Murray.
O número 2, Djokovic, joga contra o número 3, Roger Federer.
Pensando somente nos resultados deste ano, o favorito é Djokovic.
Mas com o retrospecto de Nadal no saibro, não dá pra descartá-lo. E dá pra descartar o maior tenista de todos os tempos (será?), Roger Federer?

Quem tiver tempo, assista os jogos das semi-finais (amanhã – 03/06) e a grande final (no domingo – 05/06). Transmissão da ESPN.
Muito melhor assistir uma final de grand slam, tomando uma cerveja na manhã de domingo, que ver um jogo da Liga Mundial de Vôlei, que não vale absolutamente nada.

                                      Vasco ou Coritiba na Libertadores 2012?

Sobre a final da Copa do Brasil não postei nada ainda.
Os clubes que chegaram a final são gratas surpresas.

O Vasco no início da temporada tinha Carlos Alberto, como principal jogador e líder do time.
O atacante já saiu da equipe carioca, fez uma parada em Porto Alegre, comeu churrasco e tomou cerveja, foi para a Bahia, continua tomando cerveja e agora come um bom acarajé.
Enquanto isso, o time de São Januário se reestruturou.
Trocou PC Gusmão por Ricardo Gomes no comando técnico.
Dispensou e readmitiu Felipe, que com a “geladeira” temporária, passou a ser destacar no meio campo vascaíno.
Contratou um bom parceiro de ataque para Eder Luís: Alecssandro.

Sobrou tempo para revelar “novamente” o meio campo Bernardo, que surgiu como promessa no Cruzeiro, e depois de alguns empréstimos, foi considerado “foguete molhado”.
Acabou “estourando” no Vasco nesta temporada.
Outro que o Vasco reabilitou foi Diego Sousa. Com muita paciência, Ricardo Gomes esperou o meio campo, que um dia foi considerado “o melhor do brasileiro”, e hoje, Diego vem correspondendo. Não é (e acho que nem será) o jogador que ele imagina que é, mas ajuda o time por sua vontade de vencer.
O Vasco jogou a Copa do Brasil como campeão.
Uma vitória acachapante em Recife contra o Náutico e outra em Florianópolis contra o Avaí.

O Coritiba começou o ano com uma grande interrogação.
Perdeu o treinador Ney Franco, que preferiu assumir a seleção brasileira sub-20, e apostou em Marcelo Oliveira, treinador ainda sem destaque no cenário nacional.
A base era da série B e os contratados não despertavam grandes expectativas na torcida.
E o que esperar desse time?
Ser campeão invicto do estadual, com uma série de vitórias consecutivas e em paralelo, chegar a final da Copa do Brasil, eliminando o Palmeiras com uma goleada?
Ninguém esperou, mas foi o que aconteceu.
Depois disso tudo, dá pra não acreditar no coxa?

A situação é muito boa pro Vasco.
No primeiro jogo da decisão, no Rio de Janeiro, dos times não foram bem.
Mesmo assim o Vasco fez valer o mando de campo e venceu por 1 a 0.
Joga a partida de volta, em Curitiba, com vários resultados (vitória, empate e até derrotas por 1 gol de diferença, contando que faça gols) a seu favor para ser campeão.
O favorito são os cariocas, mas o Coritiba pode sim vencer o Vasco por uma diferença de 2 gols.
Já comprem a cerveja para quarta-feira que vem, quando vamos conhecer o primeiro time brasileiro classificado para a Libertadores 2012.
O campeão da Copa do Brasil, costuma apenas “disputar” o brasileiro. Fica no meio da tabela, sem chances de cair, e sem pretensões de levantar a taça.

                            O dono da bola por mais 4 anos. Alguém aguenta?

Ainda tenho tempo para escrever sobre a FIFA? Prometo ser rápido.
O que acontece nos bastidores do futebol, nas federações estaduais, CBF e FIFA, não pode ser surpresa para ninguém.
O programa PANORAMA, exibido na última semana pela BBC, trouxe um pouco de esperança aos que amam o futebol e abominam cartolas corruptos como João Havelange, Ricardo Teixeira e outros da mesma laia, revelando (o que todos sabiam) falcatruas que acontecem, em troca de apoio político, a decisões importantes (como a escolha de uma sede para a Copa do Mundo).

A FA (a CBF inglesa) se indignou com tudo, e claro, concluiu porque só teve dois fotos para sediar a Copa de 2018 (que será na Rússia).
Foram falcatruas e lobbys dos corruptos cartolas da FIFA e de outras confederações.
Nada adiantou.

Em uma eleição que havia só um candidato, Joseph Blatter foi eleito nesta semana presidente da FIFA por mais 4 anos. É o quarto mandato do suíço, a frente da maior entidade do futebol.
Chance zero, de alguma coisa mudar. Z-E-R-O.
Cogitaram que a copa de 2022, definida para acontecer no Qatar, seria cancelada, por denuncias de corrupção. Ahãn. Tenho certeza que nada mudará.

Mas quem poderia substituir Blatter no poder da FIFA? Platini?
Foi um excelente jogador, talvez até o melhor que a França já teve, superando Zidane, mas hoje, Platini é cartola, e como os outros, apenas segue a “cartilha política” da UEFA.

Na América do Sul, Ricardo Teixeira seria o candidato mais forte. Prefiro Platini.
Conclusão, não existe ninguém com força política, e com idéias diferentes, dos mesmos que estão no poder há tanto tempo.
Talvez a Inglaterra, por meio da FA, ressentida com tudo que vem acontecendo, inicie um movimento para limpar o futebol de cartolas corruptos. É uma chance.

Mudando de assunto.
Saiu o disco do Arctic Monkeys. Não a cópia física, (como chama mesmo, CD?) que é vendida nas lojas. Mas as músicas já estão na Internet, doadas pela banda.
Ainda não escutei com atenção. Depois falo o que eu achei. Gosto muito do Arctic Monkeys e torço para que eles venham tocar no país este ano.

Outras duas bandas que gosto, e que já postei algumas vezes no RESENHA, os Strokes e Beady Eye, estão confirmados em novembro no Brasil, dentro das atrações do festival “Planeta Terra”.
Ingressos à venda a partir do dia 08/06. Vale a pena guardar dinheiro para esse festival.


Volto depois, porque assunto é o que não falta.

Aguardem como nosso amigo Peter Sellers aí abaixo. 






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