quinta-feira, 7 de abril de 2011

Onde foi que eu errei?

Vejo futebol já tem um bom tempo. Todos os tipos de campeonatos. No Brasil, Europa, Mundiais...

Depois de um tempo, cheguei a algumas conclusões:


1 – Três anos para montar uma base, e não conseguir montar, nem sequer um setor do campo, é incompetência.

2 – Todo ano, trocar um time inteiro, no meio da temporada, é incompetência.

3 – Apostar em treinadores, com altos salários, que não completam 1 ano a frente do time, é incompetência

4 – Dispensar 25 jogadores, muitos deles contratados a peso de ouro, em menos de 3 anos, por qualquer que seja o motivo, é incompetência.

5 – Anunciar que o time possui uma boa base, e que agora, será reforçado em poucas posições, e contratar mais 11 jogadores, é incompetência.

6 – Três anos sem ter um goleiro confiável, é incompetência.

7 – Apostar em um jovem goleiro, que não segura uma bola firme, é incompetência.

8 – Numa partida decisiva, insistir em um atacante, que há mais de seis meses é vaiado pela torcida, é incompetência.

9 – Na mesma partida decisiva, precisando fazer gols, trocar o lateral direito ruim, por outro tão ruim quanto, queimando uma substituição, é incompetência.

10 – No final do jogo, em que o time foi eliminado, para uma equipe péssima, o treinador ficar satisfeito com a “gana” do time, é incompetência.

11 – Ser eliminado pelo último colocado de um campeonato regional, é incompetência.

12 – Fazer gols em todos os jogos do ano, e no único jogo de mata-mata, que é necessário marcar apenas uma vez, não conseguir, é incompetência.

13 – Anunciar contratação, depois de algum fiasco, é incompetência.

14 – Mudar o time em todos jogos, depois de três meses de trabalho, com poucos jogos e muito treino, e não dar consistência a nenhum setor do campo, é incompetência.

Para você, Alexandre Kalil. Para você também, Dorival.
Aprendam com erros, que foram observados (por milhões), e tentem não repetir.

Sei que às vezes é complicado lidar com esse tal futebol.

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